Nulla vesti eleifend nulla.

IRMANDADE ESPÍRITA DE UMBANDA SÃO JORGE
O COELHO E O CACHORRO

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RUA CARNEIRO LEÃO, 06 - VILA SCARPELLI - SANTO ANDRÉ - SP - BRASIL

Eram dois vizinhos.

O primeiro vizinho comprou um coelho para os filhos.

Os filhos do outro vizinho pediram um bichinho de estimação para o pai.

O homem comprou um filhote de pastor alemão.

Conversa entre os dois vizinhos:

- Mas ele vai comer o meu coelho!

- De jeito nenhum. Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de bicho. Não vai haver problemas.

E, parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e amigos se tornaram. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.

As crianças, felizes com a harmonia entre os dois animais.

Eis que o dono do coelho foi passar um final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho. Isso numa sexta-feira.

No Domingo, de tardinha, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha. Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de sangue e terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Dizia o homem:

- O vizinho estava certo, e agora?

A primeira reação foi agredir o cachorro, escorraçar o animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade.

- Só podia dar nisso!

Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar.

- E agora? Todos se olhavam.

O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.

Já pensaram como vão ficar as crianças?

Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas parecia infalível!

- Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na casinha no seu quintal.

Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim o fizeram.

Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas, como convém a um coelho dormindo. Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças. Descobriram! Não se passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta. Branco, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.

- O que foi? Que cara é essa?

- O coelho... O coelho...

- O coelho o que?

- O que tem o coelho?

- Morreu!

- Morreu?

- Ainda hoje à tarde parecia tão bem.

- Morreu na sexta-feira!

- Na Sexta?

- Foi. Antes de a gente viajar, as crianças o enterraram no fundo do quintal!

 

                                                                                Autor desconhecido.

A história termina aqui.

O que aconteceu depois não importa. Nem ninguém sabe.

Mas o grande personagem desta estória é o cachorro.

Imagine o pobrezinho, desde sexta-feira, procurando em vão pelo seu amigo de infância.

Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que faz ele?

Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para os seus donos, imaginando poder ressuscitá-lo.

O ser humano continua julgando os outros pela aparência, mesmo que tenha que deixar esta aparência como melhor lhe convier. Outra lição que podemos tirar dessa estória, é que o ser humano tem a tendência de julgar antecipadamente os acontecimentos sem antes verificar o que ocorreu realmente.

Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?

Essa foi pra pensar bem nas atitudes que tomamos...


Gozam de livre-arbítrio os animais, para a prática dos seus atos?


Os animais não são simples máquinas. Contudo, a liberdade de ação, de que desfrutam, é limitada pelas suas necessidades e não se pode comparar à do homem. Sendo muitíssimo inferiores a este, não têm os mesmos deveres que ele. A liberdade, possuem-na restrita aos atos da vida material.




Após a morte, conserva a alma dos animais a sua individualidade e a consciência de si mesma?


Conserva sua individualidade. Quanto à consciência do seu eu, não. A vida inteligente lhe permanece em estado latente.



Os animais progridem, como o homem, por ato da própria vontade, ou pela força das coisas? À alma dos animais é dado escolher a espécie de animal em que encarne?


Progridem pela força das coisas, razão por que não estão sujeitos à expiação.

Não podem escolher a espécie de animal em que encarne, pois que lhe falta livre-arbítrio.